A bancada de oposição na Assembleia Legislativa realiza, na manhã desta quinta-feira, mais uma das visitas de fiscalização a órgãos e/ou obras do governo do Estado. Desta vez, os oposicionistas saem da Região Metropolitana e Zona da Mata e vão para o Agreste Meridional, nas proximidades de Garanhuns (230 km do Recife). O local exato e o município será divulgado apenas antes dos parlamentares seguirem viagem, às 7h da manhã.
Oposição cria Articulação Metropolitana.
O deputados estaduais do PSDB que são votados majoritariamente na Região Metropolitana – Terezinha Nunes, Daniel Coelho e Betinho Gomes – e a bancada de oposição na Câmara de vereadores do Recife, integrada pelos parlamentares Raul Jungmann, Priscila Krause, André Regis e Wanderson Florêncio ( que substitui temporariamente a vereadora licenciada Aline Mariano) resolveram em reunião esta terça-feira formar o grupo Articulação Metropolitana.
Foi decidido na reunião, realizada pela manhã na sede estadual do PSDB, que os integrantes do grupo vão, a partir de agora, sempre que possível, atuar conjuntamente na fiscalização do funcionamento dos serviços públicos na capital e na RMR bem como adotar posturas comuns em defesa da população residente no Grande Recife. Irão ainda estimular e promover a discussão de temas de interesse das comunidades obedecendo a agenda que a própria população tem apontado nos últimos dias pelas redes sociais e nas manifestações de rua.
Também, de forma conjunta, os deputados e vereadores resolveram se posicionar sobre a proposta da presidente Dilma de fazer um plebiscito e decidiram distribuir uma nota pública sobre o assunto.
O grupo decidiu se manter aberto à participação de outros parlamentares votados majoritariamente na RMR por entender que a pauta é comum a todos.
Daniel Coelho cobra promessa do governo em Lajedo.
O líder da oposição na Assembleia Legislativa, Daniel Coelho, subiu na tribuna da Casa nesta segunda-feira para cobrar do governo uma posição a respeito de uma promessa feita no final de 2011: a instalação, no município de Lajedo (Agreste), de uma fábrica de lâmpadas LED e turbinas eólicas verticais, num investimento que girava entre R$ 40 e R$ 50 milhões. O anúncio foi feito pela Secretaria de Meio Ambiente, que destacava, na ocasião, investimentos na área da economia verde no Estado.
“Na coletiva realizada em 6 de dezembro de 2011, ficou prometida a instalação dessa fábrica em Lajedo e as operações da empresa que ficaria à frente iriam começar em março de 2012. Eu recebi cobranças de pessoas daquele município, já que a população de Lajedo ficou extremamente feliz, ansiosa pelos empregos que seriam gerados”, afirmou Daniel Coelho. “De lá para cá, após ter feito alarde, nenhum tipo de movimentação tem sido observada, seja por parte do governo, seja por parte da empresa”.
Durante o discurso, Daniel avisou está dando entrada em um pedido de informação para que o governo do Estado se pronuncie sobre as razões do investimento não estar sendo realizado conforme prometido. “Parece ser comum ver anúncios do governo do Estado dando boas notícias que depois não se concretizam. Enviarei um pedido de informação ao secretário de Meio Ambiente, que fez o anúncio em 2011, para prestar esclarecimentos não só a esta Casa, mas, principalmente, à população de Lajedo, se esse investimento é de fato real ou não. E, se não é, porque o governo anunciou numa coletiva”, finalizou.
Daniel diz que política ambiental de Eduardo é distribuir cargos comissionados.
Na data em que se celebra mundialmente o Dia do Meio Ambiente, o líder da Oposição na Assembleia Legislativa, Daniel Coelho, fez duras críticas à política ambiental do governo estadual. Citando problemas em todas as regiões do Estado, o parlamentar alertou que nada, além de oficinas e simpósios, tem sido feito nos últimos dois anos e meio pela Secretaria Estadual de Meio Ambiente e Sustentabilidade e enfatizou: “A política ambiental do governo de Pernambuco se resumiu à distribuição de cargos comissionados”.
“A secretaria não conta, mesmo após dois anos e meio de sua criação, com quadro efetivo, possui apenas cargos comissionados. O que a gente analisa é que a política ambiental do Estado está se restringindo a uma distribuição de cargos comissionados e não a uma efetiva política a ser implementada. Isto demonstra efetivamente que a velha política, tão criticada pelo governador, está sendo praticada quando se refere à política de meio ambiente no Estado de Pernambuco. Um discurso tão diferente da realidade e da prática”, criticou Daniel.
O líder da oposição questionou ainda a falta de ações do governo e da secretaria de Meio Ambiente no Estado. “Hoje, no Dia Internacional do Meio Ambiente, em mais um de seus atos de promessas a não serem cumpridas, o governo faz o anúncio de um planejamento de sustentabilidade com investimentos na ordem de mais de 200 milhões de reais. Vejam bem: o governo chega ao seu sétimo ano sem executar praticamente nenhuma política ambiental para o Estado e, agora, apresenta um planejamento que, efetivamente, não vai ser colocado em prática. Mais uma vez, a política ambiental do Estado fica nas palavras, nas promessas e nos compromissos para o futuro. No presente, vemos muito pouco sendo feito”, enfatiza.
Em seu discurso, Daniel Coelho elencou uma série de problemas ambientais conhecidos pelo governo do Estado, mas que parecem esquecidos – já que pouco, ou nada, tem sido feito para solucionar. “No Sertão temos um problema sério de deterioração no Araripe, que era uma região arborizada, mas que, para a sustentação do polo gesseiro, a lenha tem sido utilizada como matriz econômica, o que tem acelerado o processo de desertificação da região. Esse é um problema conhecido pelo governador, mas que não tem sido enfrentado”, citou, lembrando ainda outras questões, como a do Rio Capibaribe, que passa por um processo destruição desde sua nascente, no Agreste, até uma perigosa dragagem, no Recife, realizada sem licença ambiental e que está retirando material contaminado, como mercúrio, de suas águas.
Por fim, citou o que seriam as duas únicas conquistas ambientais do governo estadual – frutos, justamente, da ação da oposição. “Se formos falar de conquistas ambientais para o Estado, existem duas, que são conquistas da oposição desta Casa. Elas se referem à desistência do governo do Estado de conceder a licença para a instalação de uma usina nuclear em Itacuruba e para fazer uma usina termelétrica a óleo na cidade do Cabo. Essas foram as duas maiores conquistas do governo: ter ouvido a oposição, a pressão popular, e ter compreendido que o momento não era para investir em energia nuclear ou investir numa termelétrica a óleo”, concluiu.
Terezinha Nunes fica na bronca e gera crise no PSDB.

Com o anúncio da licença de Aline Mariano para que Wanderson Florêncio assumisse a vaga na Câmara do Recife, ficou deflagrada a possibilidade do suplente de vereador apoiar Aline na disputa para deputada estadual nas eleições do ano que vem.
Isso provocou a ira de Terezinha Nunes, haja vista que a mesma obteve quase 30 mil votos na eleição passada e busca se reeleger com o apoio de Daniel Coelho. A deputada chegou a apoiar a candidatura de Wanderson em 2012 e esperava a reciprocidade.
Inclusive há quem diga que Terezinha havia abrigado em seu gabinete pessoas ligadas ao suplente de vereador e que contava com os mais de 4 mil votos que ele obteve na disputa pela reeleição. Um interlocutor explicou que os votos de Wanderson Florêncio foram fruto da articulação política do grupo do deputado Daniel Coelho, que apoiará Terezinha Nunes.
Ainda de acordo com a mesma fonte, Wanderson vai para Aline sozinho, sem os votos. E a crise no PSDB se instaurou.
Troca-troca no PSDB na Câmara do Recife.
Na eleição de 2012 o PSDB lançou três candidatos competitivos para vereador do Recife, Aline Mariano, André Régis e Wanderson Florêncio, candidato apoiado pelo grupo do deputado Daniel Coelho. Na coligação com o PTdoB, a chapa elegeu três parlamentares, porém, o terceiro colocado foi o vereador Marcos Di Bria, com isso Wanderson ficou na primeira suplência da coligação.
Com a gravidez de Aline Mariano, a vereadora irá se licenciar no dia 20 de junho e Wanderson Florêncio assumirá o mandato na Casa José Mariano, ficando na Câmara Municipal do Recife até outubro, quando termina o resguardo de Aline. O anúncio foi feito com a presença de várias lideranças do PSDB como Daniel Coelho, João Coelho e João Baltar Freire.
Aline é pré-candidata a deputada estadual e se for eleita abre em definitivo a vaga para Wanderson. Isso está gerando uma certa discórdia nas hostes tucanas porque Daniel Coelho pretende apoiar Terezinha Nunes que o acompanha na oposição a Eduardo Campos e disputará a reeleição, enquanto o ex-candidato a prefeito do Recife disputará mandato em Brasília.
O caminho mais natural para Wanderson Florêncio e seu grupo é optar por Aline Mariano, que precisa incrementar os votos para alcançar o mandato na Casa Joaquim Nabuco. Consequentemente Wanderson herdaria a vaga no legislativo municipal.
Apoiar Terezinha além de não agregar um mandato para o suplente de vereador, ainda corre o risco de perder junto com a deputada que obteve 27 mil votos em 2010 e como é oposição ferrenha a Eduardo Campos certamente irá diminuir sua votação, não tendo condições de alcançar o mandato.
Já Aline Mariano, se conseguir agregar os mais de 4 mil votos obtidos por Wanderson em 2012 na disputa de 2014, terá plenas condições de chegar à Assembleia. Pois, deve dobrar a votação alcançada em 2012, indo pra 15 mil votos no Recife e puxando 10 mil votos na Região Metropolitana do Recife. Faltariam-lhe 10 mil votos para conseguir no sertão do Pajeú, onde seu pai foi prefeito de Afogados da Ingazeira e já foi deputado estadual, além disso poderia contar com a articulação de Magno Martins que é seu esposo e possui grande influência no meio político.
Aline Mariano é uma candidata muito mais competitiva do que Terezinha Nunes no PSDB. Por isso, Wanderson Florêncio estaria escolhendo certo.
Daniel Coelho: “Pernambuco é um canteiro de obras atrasadas.”
Anunciada pelo governo estadual desde o final de 2011, a sonhada Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Petrolina está se tornando um verdadeiro pesadelo para a população de Petrolina. Orçada em R$ 16 milhões e prometida para ser entregue pelo secretário de Saúde, Antônio Figueira, em setembro de 2012, a unidade seria do modelo UPA E (Especialidades), com urgência 24 horas em clínica médica e odontologia, além de 22 consultas especializadas. Está, no entanto, com as obras praticamente paradas e sem previsão de entrega para os moradores.
Antes das eleições municipais do ano passado, a construção da UPA se deu em velocidade recorde, sendo sua estrutura rapidamente levantada, sem, contudo, estar pronta no prazo prometido. Após a disputa municipal, quando o prefeito Julio Lóssio foi reeleito, derrotando o candidato do governo, Fernando Filho, as obras foram praticamente abandonadas – situação que permanece até hoje.
Na tribuna da Assembleia Legislativa, o líder da oposição Daniel Coelho (PSDB) questionou não apenas o atraso na entrega da UPA, bem como quais seria as razões – se financeiras ou políticas.
“A oposição tem ficado até repetitiva por conta do canteiro de obras paradas que é Pernambuco. Do ano passado para cá estão claras as dificuldades financeiras de Pernambuco. Agora, a UPA de Petrolina, durante a campanha para prefeito do ano passado, estava no guia do candidato do governo, como promessa de que seria inaugurada. Passada a eleição, com a vitória do candidato de oposição ao governo, a obra que funcionava de domingo a domingo está praticamente parada”, criticou Daniel, que completou: “A sensação que fica é que a promessa de inauguração da UPA estava ligada ao resultado da eleição”.
Em aparte, a deputada Terezinha Nunes lembrou que “são muitas as obras paradas do governo”. “A oposição já mostrou isso, como por exemplo no caso das escolas técnicas que não foram entregues. Existem ainda muitas outras UPAs no interior, prometidas e também não entregues. É preciso saber, afinal, quem é o responsável pelo atraso das obras em Pernambuco: se o governo do Estado, que está em dificuldades financeiras, ou se o governo federal, que não libera verbas”, destacou Terezinha.
Oposição na Alepe divulga nota sobre chuvas.
As chuvas da última sexta-feira (17) causaram diversos transtornos em toda a Região Metropolitana do Recife. A oposição entende que os fenômenos naturais não podem ser controlados num curto espaço de tempo. Mas os danos causados por eles podem ser minimizados e controlados com organização e comunicação entre os responsáveis, se feitos em tempo hábil.
Após as cheias de 2010 e 2011 na Mata Sul do Estado, o governo anunciou grande investimento para o sistema de previsão e monitoramento do clima no Estado de Pernambuco, que tem, inclusive, na APAC (Agência Pernambucana de Águas e Climas), uma estrutura formal, que contem os dados atualizados e em primeiro momento, sobre possíveis chuvas ou fenômenos meteorológicos que venham a causar prejuízos à população.
Depois dos transtornos da última sexta-feira, uma série de declarações desencontradas demonstraram que o sistema de monitoramento não está funcionando corretamente. Segundo o diretor da APAC, Sr. Sérgio Torres, desde quinta-feira foi emitida à Defesa Civil o aviso da possibilidade de chuvas mais intensas, na própria quinta-feira e na madrugada da sexta. Fora isso, absolutamente nada foi feito, mesmo com a Prefeitura do Recife e o secretário da Casa Civil, Tadeu Alencar, tendo informações sobre os possíveis transtornos. Nenhum alerta foi emitido, nem os demais municípios da região metropolitana foram avisados para que pudessem se preparar.
No mundo inteiro, catástrofes são previstas e informadas antecipadamente à população. Aqui a informação é engavetada por receio de provocar pânico. Diante dessa situação, da falta de informação, quem vai pagar os prejuízos das pessoas que tiveram residências e automóveis danificados, fora o tempo que perderam se deslocando de casa para o trabalho, sem chegar a lugar nenhum? O governo tem a obrigação de esclarecer quem tomou a decisão de não levar a público a informação de que uma forte chuva atingiria o Grande Recife.
A oposição questiona qual trabalho está sendo feito por parte do governo nesse monitoramento, já que num momento de crise e necessidade, ele não funcionou, deixando de divulgar informações que poderiam ser valiosas para diminuir os prejuízos causados a todos. Através da Comissão de Meio Ambiente da Casa, a oposição fez um convite para que o governo venha ao Legislativo Estadual explicar que tipo de trabalho tem sido feito pela APAC e porque as informações referentes às chuvas da última sexta-feira não foram divulgadas à população.
Daniel Coelho critica atraso em obras emergenciais na Mata Sul.
O líder da oposição na Assembleia Legislativa, Daniel Coelho, deu entrada nesta segunda-feira num pedido de informação junto ao governo do Estado solicitando o detalhamento de recursos federais recebidos tanto do Ministério da Integração Nacional, quanto da Caixa Econômica, para obras emergenciais nos municípios da Mata Sul, atingidos pela cheia de 2010.
Matéria publicada na edição deste domingo da Folha de S.Paulo diz que o Estado recebeu R$ 201 milhões do governo federal e da Caixa para construção e doação de imóveis nos municípios atingidos, em caráter emergencial. As unidades deveriam ter sido entregues em março de 2012 mas, ainda segundo a matéria, nada foi entregue.
Em discurso na tribuna da Alepe, Daniel explicou o porquê dos pedidos de informação e enfatizou: “Para a gente falar que é possível fazer mais, é preciso que se faça pelo menos o mínimo”. “O governo estadual tem uma dificuldade enorme em cumprir prazos. Chequei com moradores dos municípios citados na matéria, Maraial, Palmares, Barreiros e Água Preta e me foi confirmado que, em todos eles, existem obras em atraso”, afirmou o deputado.
“Com o pedido de informação, queremos efetivamente saber detalhes do montante de recursos que o governo estadual recebeu e onde foram gastos esses recursos. A gente não pode achar normal e correto que Pernambuco receba recursos federais, para obras emergenciais, e não entregue elas”, argumentou Daniel Coelho.
AUDIÊNCIA – Em aparte a Daniel Coelho, o deputado Betinho Gomes afirmou ser importante a iniciativa do governo estadual em se antecipar, através de audiência pública, disponibilizando as informações solicitadas pelo líder da oposição (no pequeno expediente, o deputado João Fernandes Coutinho havia feito esta sugestão). No entanto, o parlamentar defende que a audiência seja realizada na região da Mata Sul e não na Comissão de Administração Pública da Casa, como foi proposto. “Dessa forma, as lideranças e os cidadãos da região também terão a oportunidade de participar do debate, ter acesso a informações que são de total interesse. Fazendo essa audiência na região atingida, envolverá os principais atores desse processo”,defendeu Betinho.
Os aspirantes a campeões de voto pra federal no Recife.

Com 1,2 milhão de eleitores, o Recife é consequentemente o maior colégio eleitoral de Pernambuco. Nas disputas para deputado federal, campeões de voto na capital pernambucana praticamente garantem o mandato em Brasília. Nas eleições de 2010 João Paulo (154.971 votos), Eduardo da Fonte (58.442 votos), Mendonça Filho (48.327 votos), Pastor Eurico (39.097 votos), Raul Henry (38.862 votos), Maurício Rands (37.137 votos), Ana Arraes (33.722 votos), Cadoca (22.452 votos), Danilo Cabral (19.470 votos) e Fernando Ferro (19.287 votos) foram os dez mais votados do Recife. Todos eles foram eleitos e quase todos os mais votados no Recife alcançaram o mandato em Brasília.
Para 2014 alguns nomes que figuraram nesta seleta lista ou não disputarão ou dificilmente repetirão o desempenho, são eles: Ana Arraes e Maurício Rands que estarão fora da disputa e Mendonça Filho, Raul Henry e Cadoca deverão ter bem menos votos do que conquistaram em 2010. João Paulo também deve ter menos do que conquistou na eleição passada, quando havia saído da prefeitura e estava com a popularidade em alta, mesmo assim deve figurar no Top 5 do Recife no ano que vem.
Dos novatos, Daniel Coelho candidato do PSDB que ficou em segundo lugar na disputa para prefeito do Recife com 245.120 votos deve alcançar cerca de 70 mil votos na capital pernambucana. Além disso o vereador Augusto Carreras que deverá disputar mandato em Brasília deve figurar no Top 10 com cerca de 30 mil votos. Enquanto o ex-prefeito João da Costa é nome para superar a barreira dos 50 mil votos.
Danilo Cabral, secretário das Cidades, apesar de não ter muita inserção no Recife, mesmo tendo sido vereador na capital pernambucana, deve alcançar uma votação superior aos 30 mil votos, por fim Tadeu Alencar ou Renata Campos ou qualquer que seja o escolhido de Eduardo Campos deve superar a casa dos 50 mil votos.
Os que devem manter a votação são Eduardo da Fonte e Pastor Eurico, haja vista que seus votos são segmentados e ambos são campeões de votos na capital e no estado.
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