A semana foi marcada por um ambiente de tensão nos bastidores do Palácio do Planalto, impulsionado pelos resultados de novas pesquisas de opinião que indicam um aumento na reprovação do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
O cenário gerou insatisfação e troca de críticas entre os ministros, segundo a coluna de Cláudio Humberto, do Diário do Poder.
Sidônio Palmeira, da Secretaria de Comunicação, atribuiu parte da queda na aprovação à atuação de outros ministros. Internamente, o contexto também é influenciado pelas especulações sobre a eleição presidencial de 2026, com possibilidades sendo levantadas de que o presidente Lula não concorra à reeleição.
Nomes como o do ministro da Casa Civil, Rui Costa, e do ministro da Fazenda, Fernando Haddad, já são mencionados como possíveis sucessores dentro do grupo governista.
Diante desse cenário, aumentam as pressões sobre Rui Costa para que avance com projetos considerados prioritários, como a proposta apelidada de “SUS da Segurança” e obras vinculadas ao Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).
Sidônio Palmeira, que assumiu o comando da comunicação há cerca de três meses com a expectativa de reforçar a imagem do presidente, ainda não conseguiu reverter a percepção negativa apontada pelas pesquisas. Grupos ligados tanto a ele quanto a Rui Costa têm destacado a economia como um dos principais desafios. A pesquisa Quaest mostrou que a percepção de que a economia “piorou” subiu de 23% para 56%.
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