A necessidade de melhorar o acesso à saúde para a população do distrito de Ponte dos Carvalhos, no Cabo de Santo Agostinho, foi levada a plenário, nesta tarde, pelo deputado Betinho Gomes. Novamente, o parlamentar solicitou ao Governo do Estado e à Secretaria estadual de Saúde a implantação de uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA) no distrito.
Os recursos, de acordo com o deputado, já existem e podem ser utilizados pelo governo estadual. Trata-se de R$ 28 milhões, fruto de uma emenda coletiva da bancada de deputados federais do Estado ao Orçamento da União, direcionados para a construção de UPAs na Região Metropolitana do Recife.
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Armando e André de Paula: visões convergentes sobre o Recife.
O presidente do PSD em Pernambuco, André de Paula, saiu do encontro com o presidente estadual do PTB, senador Armando Monteiro, declarando uma visão convergente sobre a discussão que tem sido liderada pelo líder trabalhista a respeito da sucessão no Recife. “Tudo o que ouvi de Armando merece de mim reflexão e apoio. Eu acho que ele se dispôs, e é importante que a gente destaque isto, a conversar com os companheiros, a abrir espaços, a construir convergências, a fazer algumas avaliações conjuntas”, frisou André após a conversa, que aconteceu nesta segunda-feira (06), no escritório político do senador.
Armando expôs a André de Paula os argumentos que têm sido apresentados aos líderes das outras legendas sobre a responsabilidade da Frente Popular com os rumos do Recife. “Temos a obrigação de pensar e oferecer alternativas a este processo. E isto é o que nós tentamos com este diálogo com os partidos. Reconhecemos que esta não é uma construção fácil”, afirmou Armando.
O senador destacou novamente o papel central do governador Eduardo Campos na condução do processo, complementando que o diálogo entre os partidos da Frente também têm por propósito apresentar alternativas ao líder socialista. “Com a responsabilidade que tem como líder maior da aliança, a tarefa que repousa sobre os ombros do governador é difícil. Porque em última instância nós precisamos garantir que a frente continue conduzindo os destinos do Recife. O recifense quer que o projeto do Recife esteja alinhado ao de Pernambuco. É por isso que nós entendemos que devemos oferecer alternativas ao próprio governador, explicou.
Armando voltou a reconhecer a importância que o PT tem para o Recife, mas alertou que as dificuldades internas do partido em definir o nome para a disputa, não podem imobilizar a Frente. “Não sabemos exatamente qual será o desfecho deste processo (de indefinição no PT) e que custos políticos ele trará eventualmente ao próprio PT. Portanto, nós temos a obrigação, como integrantes desta Frente, de procurar alternativas”.
Complementando que o diálogo entre o PTB e o PSD também se estenderá a outros municípios pernambucanos, André de Paula avaliou positivamente o encontro. “Quero destacar que as colocações feitas por Armando são, a meu ver, muito lúcidas. O destaque para a importância da liderança do governador, a inquietação em relação a esta indefinição de uma candidatura, ou de duas candidaturas, no âmbito da Frente, a importância de que os partidos dialoguem com maior freqüência. São todas preocupações com as quais comungo”, reforçou.
André de Paula adiantou que se reunirá com o presidente da comissão provisória do PSD no Recife, o ex-vereador José Neves, com os quatro vereadores da legenda na Câmara Municipal, e com os pré-candidatos, para uma conversa, onde transmitirá o que ouviu do Senador, “tanto em relação ao que pensa quanto o que ele depreendeu dos contatos que teve com os demais partidos”.
Já Armando Monteiro pretende marcar para esta semana uma conversa com o deputado federal Pastor Vilalba, do PRB. “Completada esta primeira etapa, vamos consultar os companheiros dos partidos sobre os passos que daremos a seguir, no sentido de, em uma nova fase, identificar alternativas e evidentemente nomes”, planeja.
Daniel debate privatização da Compesa.
Além de cobrar ações da Compesa quanto à falta de água enfrentada por moradores de vários bairros da Região Metropolitana do Recife, o deputado Daniel Coelho convocou os parlamentares da Casa à debaterem a proposta de privatização de serviços de saneamento prestados pelo órgão. Ele solicitou a formação de uma Comissão Parlamentar Suprapartidária para acompanhar o tema e a realização de uma audiência pública pela Comissão de Cidadania.
Informações do Sindicato dos Urbanitários do Estado são de que o Governo encaminhará projeto de Parceria Público Privada à Assembleia Legislativa no próximo dia 27. Até então, o conteúdo da proposta é desconhecido. “Nossa preocupação é que seja privatizado apenas o serviço altamente rentável e a população venha a ter aumento nas taxas de esgoto, como aconteceu com a Celpe”, ponderou Daniel. [Ler mais …]
Coluna Gazeta Nossa segunda dezena de fevereiro.
O candidato de Eduardo é João da Costa.
O prefeito João da Costa foi eleito por imposição do hoje deputado federal João Paulo, Eduardo Campos em 2008 ainda estava no início do seu governo e seu papel na eleição do Recife foi secundário, considerando a aprovação do então prefeito. Reeleito com esmagadora votação para o Governo de Pernambuco, Eduardo ganhou ares de protagonista para as eleições deste ano em todo o Brasil e principalmente no Recife. Com 93% de aprovação, o governador sabe que tem respaldo suficiente para investir em qualquer candidatura que esta terá boas chances de obter êxito. Lançar Fernando Bezerra Coelho seria abdicar de um ministério importante. Humberto Costa ou João Paulo seria como criar cobra em seu quintal , enquanto Maurício Rands teria que ter sua candidatura construída, o que seria um pouco difícil. Além do mais, tirar o prefeito que tem direito a disputar a reeleição seria traumático e criaria fraturas já para esta eleição no arco de forças que compõem o seu governo, o que poderia prejudicar o seu projeto de fazer o sucessor em 2014. Eduardo, águia política, sabe que pode muito bem eleger João da Costa apenas com a tese do andor. João da Costa reeleito seria uma vitória pessoal do governador e uma derrota do PT de João Paulo e Humberto Costa. Uma vez reeleito, João da Costa não seria ameaça ao projeto do governador para 2014, afinal, terá ciência que só continuou na prefeitura por causa do socialista. Então rezaria pela sua cartilha até o fim. Se porventura João da Costa não obtiver êxito no pleito de outubro, a derrota não será debitada na conta de Eduardo e mesmo assim o PT continuaria sob a égide do governador porque havia perdido sua vitrine no estado. Quanto aos ensaios de Armando Monteiro, Cadoca, Paulo Rubem e alguns outros, não passam de um mero blefe. Eles querem novas garantias tanto junto ao prefeito quanto ao governador. Nenhum desses tem capacidade para peitar o governador agora. E não irão fazê-lo por mero capricho porque sabem que podem cavar sua sepultura política.
Mágica
Por Arthur Virgílio*
Lisboa – O professor Maurício Dias David enviou-me excelente trabalho sobre o boom internacional das commodities. Que explica, aliás, parte do “êxito” econômico do governo Lula, que prossegue na gestão Dilma Rousseff. Digo parte, porque tal “êxito” também se deve ao país reformado e modernizado que Fernando Henrique legou ao sucessor.
Em 2002, o café se cotava a US$964 a tonelada. Em 2011, foi a US$4.463, com a previsão para este exercício ficando em US$4.600. A soja, que em 2001 era vendida a US$173 a tonelada, atingiu US$495 no ano passado. O açúcar saiu de US$197 em 2001 para US$573 em 2011, devendo seguir para US$530 em 2012.
A tonelada da carne bovina estava em US$2006, em 2001, subindo para US$5.077 dez anos após, podendo ficar em US$5.000 em 2012. O minério de ferro pulou de US18 em 2001 para, vejam só!, US$126 no ano recém-findo.
Foi de fato uma explosão, capaz de garantir popularidade até mesmo a gestores incompetentes. A receita de exportação do café saltou de US$1,2 bilhão para US$8 bilhões, entre 2001 e 2011. A da soja ascendeu de US$2,7 bilhões em 2001, para US$16,3 bilhões em 2011. A do açúcar e do açúcar refinado foi de meros US$2,7 bilhões em 2001, para US$5,8 bilhões no ano que passou. A do minério de ferro, voou de apenas US$2,9 bilhões em 2001, para US$41,8 bilhões em 2011: 14 vezes mais.
O “milagre” é a fome chinesa por commodities que, se minguar, acarretará sérios problemas para nossa economia de perfil basicamente agroexportador. Continuamos, tanto quanto em 1985, representando apenas 1,4% das exportações mundiais. Somos o 22º do mundo em exportação.
Olhemos agora o futuro: a maior parte da exportação da Índia é de produtos industrializados. Conosco, à exceção honrosa de uma notável Embraer, mantemos, repito, o perfil agroexportador de sempre. Poderíamos ter mudado de patamar, nos anos da bonança, mas perdemos o trem lamentavelmente.
Em 1970, a China era o 29º exportador.; passou para o primeiro lugar. A pequena Coréia (do Sul, claro) era o 49º; agora é o sexto. Na comparação com essas economias, o Brasil ficou marcando passo, com a nuance de a propaganda lulista ter alimentado em largos setores da população a ideia de que sua “política econômica” havia gerado um fogoso tigre.
Essa mistificação não é “privilégio” do governo brasileiro. Na Argentina, país que igualmente se beneficiou por esse boom das commodities, há quem acredite que o populista Nestor Kirchner teria sabido mexer com competência as cordinhas da economia.
Entre nós, Dilma se elegeu Presidente, sem nunca ter sido candidata a nenhum cargo eletivo anteriormente, porque a maioria dos eleitores embarcou no conto da competência de Lula, sua equipe econômica e sua “gerentona” de obras inconclusas ou superfaturadas.
Está mais que na hora de sairmos do “berço esplêndido”.
*Diplomata, foi líder do PSDB no Senado, colaborador do Blog de Edmar Lyra.
Congresso deve intensificar trabalhos no primeiro semestre, afirma Armando.
O senador Armando Monteiro falou hoje ao programa Supermanhã, na Rádio Jornal, sobre os trabalhos do Congresso Nacional em um ano que será marcado pelas eleições municipais. Para Armando, matérias importantes como o novo código penal e o estatuto da juventude, devem ser apreciadas. Abaixo, leia também a opinião do senador sobre a retomada das discussões em torno das reformas política e tributária.
O Congresso e o ano eleitoral
Armando Monteiro: “Realmente, um ano de eleições sempre atrapalha um pouco a produção do Congresso. Portanto, os parlamentares precisam trabalhar mais no primeiro semestre, intensificar os trabalhos nas comissões e na apreciação das matérias mais importantes, para garantirmos o cumprimento de uma agenda legislativa que corresponda às aspirações da sociedade.
O Congresso tem matérias importantes que estão sob exame das duas Casas. Eu destacaria, por exemplo o Código Florestal, a discussão da redistribuição dos royalties do petróleo, que interessa a todo o país, inclusive aos estados não produtores.
O Senado, por exemplo, tem matérias como o novo código penal, que é algo que a sociedade brasileira hoje reclama. Ou seja, uma atualização das penas do código penal, tendo em vista a ocorrência de novas formas de delito, e a necessidade até de agravar algumas penas. Por exemplo, há um PLS (Projeto de Lei do Senado) que propõe o agravamento das penas para crimes de corrupção, ativa e passiva.
Nós temos ainda o estatuto da juventude, temos a questão da guerra fiscal dos portos, ou seja, a necessidade de disciplinar esta questão de incentivos que são oferecidos, sobretudo às importações, na área do ICMS, o que significa dizer prejudicar a indústria nacional, porque ao conceder incentivos maiores aos produtos importados nós estamos desfavorecendo a indústria brasileira.
Portanto, há um conjunto de matérias muito importantes que o Congresso precisa apreciar e deliberar sobre elas, em um ano que será mais curto para efeito dos trabalhos legislativos, por conta do calendário eleitoral”.
Reformas política e tributária
Armando Monteiro – “Com relação à reforma política, eu acho que no ano passado, as duas Casas quiseram apresentar, cada uma, propostas próprias. Portanto este trabalho nasceu mal, porque nós deveríamos ter feito uma comissão mista, cujas propostas pudessem ter consenso prévio entre Câmara e Senado, para que pudéssemos ter maiores chances de avançar nesta área. Infelizmente, não foi assim que aconteceu.
Vi até na própria mensagem da presidente Dilma, que marcou a abertura dos trabalhos legislativos, esta preocupação com a retomada da reforma política. Creio que seja um tema de grande interesse para a sociedade, mas eu particularmente não acredito muito que avance, porque infelizmente o que se constata é que não há ainda um consenso em torno dos pontos mais importantes desta matéria.
Com relação à reforma tributária, e eu particularmente sempre me dediquei muito a este tema, infelizmente uma reforma mais ampla, sistêmica e completa do sistema tributário, também não acredito que ocorra. Mas podemos sim avançar em alguns pontos, através até de projetos infraconstitucionais, como aconteceu por exemplo no ano passado, quando promovemos desonerações no Plano Brasil Maior em várias áreas, desonerando mais as exportações, tirando os impostos dos investimentos, iniciando um processo de desoneração da folha de pagamento, para estimular aqueles setores que mais empregam.
Eu lembro ainda a atualização do regime simplificado de tributação para as micro e pequenas empresas, o Simples, que ampliou o seu alcance. Este ano nós estamos também discutindo a possibilidade de contemplar novos setores com o regime simplificado de tributação, sobretudo os setores ligados à área de serviços, que hoje não estão dentro do Simples. E temos também esta questão do disciplinamento do ICMS, sobretudo nas operações interestaduais, uma proposta que está na resolução 72. Há muitos temas ligados à questão tributária, nos quais é possível avançar, mesmo sem uma reforma mais ampla”.
As damas de ferro Dilma e Thatcher.
Por Terezinha Nunes
Agindo com desenvoltura mas também com pulso forte, a ex-primeira ministra da Inglaterra, Margaret Thatcher, cuja história de vida inspirou o enredo do filme “A Dama de Ferro”, um dos concorrentes ao Oscar deste ano, foi protagonista de um novo estereótipo feminino: o da mulher que, num mundo de homens, age como se um deles fosse, deixando de lado a vida sentimental e a capacidade de agir com doçura, como fazem, em geral, as mulheres.
Até Margaret Thatcher se firmar diante do mundo, costumava-se explorar um outro estereótipo feminino que ganhou as manchetes nos anos 60 através de outra figura pública, a atriz Marilyn Monroe. Dizia-se que Marilyn era a chamada “loura burra”, ou seja, a mulher que usa a beleza para subir na vida, tentando suprir com atributos físicos uma notória pobreza intelectual.
Entre a “loura burra” e a “dama de ferro” escondem-se maneiras diferentes de discriminação ao papel das mulheres no mundo contemporâneo onde elas ganham, cada vez mais, espaço e visibilidade.
No caso da primeira ministra, porém, como ela sempre foi uma conservadora política britânica se associou sua imagem de intransigência ao seu partido e à direita, tanto que Margaret até hoje não tem o relevante papel que exerceu na história do seu país reconhecido pelas feministas. Razão: o movimento feminista surgiu no meio de grupos intelectuais de esquerda e um esquerdista morre mas não reconhece algo bom do outro lado da cerca.
Agora, porém, pelo que se diz e escreve, a esquerda passou a ter sua Margaret Thatcher: a presidente Dilma Rousseff. Não há um só dia – e isso vem crescendo cada vez mais – que uma história atribuída a um deputado, senador, governador ou mesmo ministro e outros auxiliares não seja contada ou escrita, mostrando o pavio curto da presidente. Algumas, se verdadeiras, passariam do simples puxão de orelhas para o perigoso terreno da ignorância ou da má educação, ambas condenáveis, quer praticadas por homens ou por mulheres.
Se Dilma tem ou não tem, como Margaret Thatcher, a capacidade de se revelar uma grande administradora é coisa que só tempo poderá mostrar, mas a pura exploração de suas descomposturas pode se mostrar prejudicial à sua imagem e à das mulheres em geral, sobretudo no campo da política.
Há muito mais a se dizer contra ou a favor da presidente que simplesmente relatar seu lado “dama de ferro”.
O mais importante seria cobrar uma preocupação maior com a educação – em pandarecos – a saúde – que claudica – a segurança – que amedronta – e o combate ao tráfico de drogas, que tira a perspectiva de futuro para os nossos jovens. Não há uma mulher, sobretudo mãe, que não se preocupe com as crianças e a juventude e a presidente está deixando a desejar neste campo.
Também se poderia cobrar da presidente que usasse a mão firme para, de uma vez por todas, acabar com o uso da máquina pública para benefício próprio de políticos e de partidos.
Seria difícil imaginar uma Margaret Thatcher convivendo com isso. Tudo bem que Inglaterra e Brasil são países muito diferentes, inclusive em nível de vida e história, mas Thatcher ganhou fama por ter ido muito mais além do que uma característica masculina que parecesse ter.
CURTAS
Fogo amigo
O senador Armando Monteiro trabalha dia e noite para rifar a candidatura à reeleição do prefeito João da Costa. É estranho, porém, que seu trabalho tenha ganho reforço exatamente depois que outro político governista abandonou o mesmo papel: o ministro Fernando Bezerra. A troca foi bem feita. Armando pode agir com muito mais desenvoltura que FBC pois não é nem tem ministro no governo Dilma. Também não depende do PT.
Segurança
Embora os atuais policiais não sejam suficientes para garantir tranqüilidade nas ruas, o Governo do Estado fez concurso em 2009 para a PM, 3812 candidatos foram aprovados e treinados e somente 2.200 foram até agora convocados para exercer a função de soldado. O pior é que os 1.612 que faltam pediram demissão de empregos anteriores ou gastaram tudo que tinham para cumprir o treinamento. Estão a ver navios.
Vereadores
Embora as Câmaras Municipais possam ampliar o número de vereadores para fazer jus à legislação que estabelece um número “x” de vereadores para cada grupo de habitantes de um município, algumas câmaras estão se recusando a fazer isso para não ter que dividir o butim. É que a ampliação não significa a elevação das verbas para o legislativo. O orçamento continua o mesmo. Candidatos a vereador ensaiam reação em algumas cidades pois consideram que os atuais vereadores estão legislando em causa própria.
Ao teu futuro de glórias!
No dia 3 de fevereiro de 1914, no pátio de Santa Cruz no Recife, há exatos 98 anos nascia o Santa Cruz Futebol Clube, aquele que viria a ser um dos maiores clubes do futebol brasileiro.
Criado no intuito de abrigar negros e pobres, o Santa Cruz foi se tornando um clube de massa, haja vista que seus rivais não aceitavam afrodescendentes nos seus times e também nas suas torcidas, e futebol naquela época era algo elitizado onde pobre não tinha vez.
A história do Santa Cruz se confunde com a luta do povo negro e pobre contra o preconceito, uma verdadeira quebra de paradigmas daquela época. Não obstante, o Santa Cruz segue quebrando paradigmas. Por três anos consecutivos alcança a incrível marca de ter os maiores públicos do Brasil. A façanha do tricolor pernambucano se mostra mais evidente quando o mesmo disputou por três anos a quarta divisão do futebol pentacampeão mundial.
A redenção do Santa Cruz, obtida em 2011, só foi alcançada graças a força da massa tricolor. Se fosse outro clube, com uma torcida menos apaixonada e em números menores, dificilmente este clube ainda existiria. Como diria Alexandre Carvalho, um dos fundadores do Clube das Multidões, “O Santa Cruz nasceu e vai viver eternamente.”
Falta muito para que o Terror do Nordeste recupere o respeito abalado pelas campanhas desastrosas a nível nacional, mas com a força de uma multidão apaixonada, o caminho se torna cada vez mais curto e menos tortuoso. O título pernambucano de 2011 e o acesso a terceira divisão do futebol brasileiro mostram que o Mais Querido pode ir mais longe.
Disputar a Série A no ano do seu centenário, daqui a dois anos, parece ser uma tarefa difícil, mas não é impossível. Basta que o clube continue no ritmo da boa gestão, do futebol sem estrelismo com objetividade e respeito ao adversário e com o apoio da massa.
O Santa Cruz que traz as massas, que sacode a poeira e dá a volta por cima.
Afinal quem quando joga a poeira se levanta? É o Santa, é o Santa!
Segue teu rumo Santa Cruz ao teu futuro de glórias!
Parabéns Santa Cruz, muitos anos de vida eterna e com uma torcida cada vez mais apaixonada, aquela que já é a mais apaixonada do Brasil será reconhecida como a mais apaixonada do planeta.
Secretarias do Cabo fazem balanço de ações e projetam 2012.
Com o objetivo de realizar um balanço das metas cumpridas em 2011 e apresentar as projeções para 2012, a Prefeitura do Cabo de Santo Agostinho realizou mais uma reunião com secretários, coordenadores e gerentes municipais. O encontro aconteceu na manhã desta quarta-feira (1º/02), no auditório do Centro Administrativo Municipal (CAM), no bairro da Torrinha, e é uma iniciativa da Secretaria de Governo. Desta vez, as secretarias que apresentaram suas ações com palestras foram a de Defesa Social e a Executiva de Combate às Drogas.
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João Fernando visita a Compesa com líderes comunitários.
O deputado João Fernando Coutinho, pré-candidato a prefeito de Jaboatão dos Guararapes, teve um dia movimentado. O socialista levou uma comitiva de moradores e líderes comunitários da cidade para audiência com o presidente da Compesa, Roberto Tavares. No encontro, cada um apresentou sua dificuldade e o executivo se comprometeu em dar um encaminhamento sobre os pleitos. Ele também reuniu-se, pela manhã, com o secretário Danilo Cabral para também levar os pedidos das comunidades de Muribeca, Conjunto Marcos Freire e Cajueiro Seco.