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GRAVATÁ – O diretório municipal do Partido Socialista Brasileiro de Gravatá reuniu, ontem (24), diversas lideranças políticas para discutir o processo de privatização dos serviços de distribuição de água da Compesa, apresentado pelo governo do estado. O encontro reuniu lideranças das cidades de Agrestina, Amaraji, Bonito, Sairé, Gravatá, Chã Grande, Bezerros, Água Preta, Pombos, Igarassu, Caruaru, Iati, Cumaru, Casinhas, Ribeirão, Altinho, Garanhuns, Lagoa do Carro, Poção e Surubim.
A reunião contou com a presença do deputado federal Pedro Campos, dos deputados estaduais Sileno Guedes, Waldemar Borges e Cayo Albino, além dos prefeitos Sivaldo Albino (Garanhuns), Josué Mendes (Agrestina), Carol Jordão (Ribeirão), Jeyson Falcão (Primavera), Marivaldo Pena (Altinho), Maria Zeneide Medeiros (Cumaru) e Dr Ruy (Bonito), do presidente municipal do PSB de Gravatá e vice-prefeito da cidade, João Paulo, além de diversos vice-prefeitos e vereadores da região.
Na ocasião, o deputado federal Pedro Campos criticou o molde da privatização em curso e avaliou que o governo estadual conduz esse processo de maneira equivocada, deixando à margem pontos essenciais ao interesse do povo. “Não há previsão em edital que o racionamento de água será reduzido, nem a definição da outorga mínima, nem os critérios que serão adotados para a repartição dos valores entre estado e municípios. Não podemos concordar com esse absurdo que está posto”, afirmou o deputado federal.
Em sua fala, Pedro ressaltou que o processo de concessão da distribuição da água deveria ter como foco prioritário a redução do racionamento de água, principal queixa da população. Enquanto tem gente esperando o caminhão-pipa para encher a cisterna, carregando lata d ‘água na cabeça nas zonas rurais do nosso estado ou esperando a água chegar nas periferia de Recife e Olinda, o prazo desta consulta pública está encerrando sem que houvesse a devida discussão. Essas pessoas infelizmente não têm tempo para discutir esse assunto. Por isso, a gente tem a responsabilidade de falar por essas pessoas, de cobrar e de garantir que esse processo seja bom não para o governo do estado, mas para o cidadão. Se for bom para o povo, que está esperando a água chegar em casa, é bom para a gente. Esse é o nosso compromisso e a luta do PSB”, afirmou Pedro.
O deputado estadual e presidente do PSB-PE, Sileno Guedes, criticou a falta de diálogo do governo com a pauta. “Essa não é uma discussão partidária. Não é uma discussão contra quem é a situação ou de quem é a oposição à governadora do estado. É uma discussão de um patrimônio de Pernambuco, que foi construído há muitos anos e que a gente está enxergando o futuro danoso”, afirmou Sileno.
O deputado estadual Waldemar Borges ressaltou em sua fala, a luta histórica do PSB por avanços no abastecimento de água no estado. “Fizemos investimentos importantes durante os governos de Eduardo e de Paulo, como o avanço de 80% da adutora do Agreste. É importante ter clareza em vários pontos obscuros presentes no edital como a divisão dos recursos para o município, que está na ponta, atendendo à população. Esse tipo de discussão é muito importante. É a política com P maiúsculo que prioriza o povo e não questões eleitorais”, afirmou Waldemar.
O prefeito de Altinho e presidente do Consórcio de Municípios do Agreste e Mata Sul do Estado de Pernambuco, Marivaldo Pena, demonstrou preocupação com o curto prazo para debate disponibilizado pela consulta pública do governo estadual. “Vamos levar essa discussão para a Comagsul e protocolar pedido ao executivo estadual que proceda com a ampliação do prazo da consulta pública, para que os atores políticos municipais possam analisar a documentação e encaminhar contribuições imprescindíveis ao processo em curso”, afirmou Marivaldo.
Na ocasião, o deputado estadual Cayo Albino criticou a falta de disposição do governo estadual para o debate, ao abrir consulta pública após o período natalino. “Essa discussão não cabe somente aos políticos, porque o maior impacto vem na ponta, vem para os municípios e para a população. Toda essa falta de diálogo e de clareza é uma marca geral do governo do estado. Ninguém está querendo brigar com a governadora. A gente quer apontar o problema, mas principalmente trazer a solução e, infelizmente, a gente tem visto que essa falta de diálogo não existe apenas com a questão da Compesa, mas é geral”, afirmou Cayo.
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